Axiologia de Mariano Soltys
Do Padrão de Beleza
I- O padrão de beleza é histórico, porém, a beleza em si, sempre é bela.
II- Um sinal de decadência é o padrão de beleza do modelismo; anoréxico, anabolizado e retaliado plasticamente.
III- Muito do que é padrão, atualmente, constitui por uma espécie de sensualismo e fetichismo comercializado e de propaganda.
IV- Moda é padrão, é manipulação de rebanho, é neurose social, é idealismo superficial.
V- É impossível construir um único padrão, frente a diversidade de raças e de tribos que constituem a sociedade atual.
VI- A divulgação de um padrão de beleza assemelha-se à construção de um ídolo (estátua de pedra) a ser adorado e imitado.
VII- Muito do que realmente vinga como moda é o que agrada a um número maior de pessoas, porém, aquela tem de ser mutável, para que se garanta a sua comercialização constante.
VIII- A natureza humana é revestida de diversidade, assim como a natureza em si; para tanto, não há que se falar em padronização para um único ideal de beleza.
IX- A cada um, segundo a sua natureza e necessidade, essa é a beleza do conjunto de individualidades, impadronizável.
X- Não se pode vestir um lobo de cordeiro, nem um peixe de bode, nem uma águia de galinha, pois revestiriam apenas a negação de si mesmos e as falsidades.
XI- A beleza não pode ser padronizada, assim como a emoção de quem a julga, também não o pode.
XII- Tanto o excesso de gordura, quanto o excesso de magreza são considerados feios, pois manifestam um desequilíbrio.
XIII- Evitar a própria natureza, ou querer modificá-la, sem nome de um padrão de beleza, não é nada mais que buscar a socialização, porém, nem sempre se consegue conquistá-la.
XIV- Se é da natureza do ser, ou de seu temperamento, ser magro em demasia, ou gordo em demasia, não há mal, nem feiura nisso.
XV- Costuma-se julgar com preconceito e aversão tudo o que se diferencia de um padrão usual ou a um costume determinado.
XVI- O padrão de beleza anoréxico (para a mulher) e anabolizado (para o homem) reflete uma superficialidade e uma falsidade, porém, refletem igualmente, uma patologia idealizada.
XVII- Onde há amor, há beleza e não há espaço para a exclusão e preconceito.
XVIII- Demasiados elogios refletem demasiadas mentiras, e, qualquer um que não se enquadre em padrões, e as ouça, deve no mínimo desconfiar.
XIX- Aquele(a) que é exceção, geralmente tem condutas a se afastar da sociedade, a não ser que encontre uma tribo de semelhantes (de moda semelhante).
XX- O padrão moderno foi construído por meios de comunicação e entretenimento, além de servir ao mercado e ao seu luxo.
XXI- O padrão "moderno" foi elaborado pela promiscuidade e libertinagem de seus(suas) criadores(as), refletindo a inversão dos valores anteriores, para assegurar a "novidade" e a certa comercialização.
XXII- O padrão é uma forma de domesticar o humano, sugerindo-lhe os costumes, as condutas, os gostos, as aversões, etc.
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Beijkass açucaradas e até a próxima postagem!!






me sinto muito feliz ao ver meu livro aqui em seu belo site, carol. obrigado e espero mais livros meus tenham essa atenção. bjão
ResponderExcluirSempre que quiser posso divulgar será um prazer divulgar seu trabalho aqui, beijão amigo!
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